1 - Disciplina: Língua
Portuguesa
2 - Série/ano: 9º ano
2 - Série/ano: 9º ano
. Leitura Biográfica:
Conhecendo o autor Moacyr Scliar
. Leitura e análise de texto (Conto) – “Pausa” de Moacyr
Scliar
3 - Objetivos:
. Reconhecer o conto como um texto narrativo e suas
características.
. Diferenciar
os gêneros conto e música.
. Inferir informações.
. Localizar informações implícitas.
. Fazer comparações.
. Aumentar a capacidade leitora do aluno.
4 - Competências e habilidades:
4 - Competências e habilidades:
. Antecipação de conhecimento;
. Realizar inferências e levantar
hipóteses;
. Identificar características do gênero e
ou tipo de texto; Inferir o assunto de um texto;
. Identificar elementos da narrativa (o
que, quando, quem, onde, etc.).
5 – Antes da leitura - conhecimentos prévio:
. Você conhece esse texto?
. Já viu ele antes?
.Conhece o autor Moacyr Scliar?
.Sabe o que é pausa?
.Com base no título, qual o assunto será tratado neste texto?
5 – Antes da leitura - conhecimentos prévio:
. Você conhece esse texto?
. Já viu ele antes?
.Conhece o autor Moacyr Scliar?
.Sabe o que é pausa?
.Com base no título, qual o assunto será tratado neste texto?
6 - Durante a leitura:
.Olhando para o texto vocês são capazes de dizer a que gênero textual pertence?
.Com a leitura do primeiro parágrafo você imagina qual é o assunto principal deste texto?
.Onde se passa a história?
7 - Após a leitura:
. Onde se passa a história?
. O que você imagina que aconteceu quando ele chegou a sua casa?
. Em sua opinião por que ele saia de casa?
.Por que ele sonhava que estava sendo perseguido?
. Lendo o texto que características você consegue identificar do gênero conto?
. Qual era a intenção do personagem ao ir para o hotel?
8
- Avaliação:
Socialização da discussão dos alunos.
Faça o reconto oral do texto Pausa.
Que outro final você daria para o conto?
Criação de um BLOG para inserir os trabalhos dos alunos.
Que outro final você daria para o conto?
Criação de um BLOG para inserir os trabalhos dos alunos.
9
- Intertextualidade:
. Música – “Pausa Para um choro” - Zeca Brasil
O tema da música se assemelha ao conto?
O sentimento é igual na música e no conto?
Como é representada a pausa em cada um dos gêneros?
Todos precisam de uma pausa na vida?
As pausas são voluntárias ou involuntárias em nossa vida?
O sentimento é igual na música e no conto?
Como é representada a pausa em cada um dos gêneros?
Todos precisam de uma pausa na vida?
As pausas são voluntárias ou involuntárias em nossa vida?
Pausa Para um choro - Zeca Brasil
Quero uma pausa pra ouvir
a canção do silencio
O pulsar do compasso
Do nosso coração
quero um espaço de tempo
Que caiba o sentimento
Que eu tentei com palavras
Encontrar tradução
Pra te dizer que o amor que eu sinto
É mais lindo que um jardim
Na primavera
Tem mais brilho que uma fonte
De água pura, cristalina
É minha sina te amar
a canção do silencio
O pulsar do compasso
Do nosso coração
quero um espaço de tempo
Que caiba o sentimento
Que eu tentei com palavras
Encontrar tradução
Pra te dizer que o amor que eu sinto
É mais lindo que um jardim
Na primavera
Tem mais brilho que uma fonte
De água pura, cristalina
É minha sina te amar
. Texto– “ Pausa” - Mário Quintana
O tema do texto de Mário Quintana se assemelha ao conto?
O sentimento texto de Quintana é igual ao conto?
Como é representada a pausa em cada um dos gêneros?
O sentimento texto de Quintana é igual ao conto?
Como é representada a pausa em cada um dos gêneros?
Todos precisam de uma pausa na vida?
As pausas são voluntárias ou involuntárias em nossa vida?
As pausas são voluntárias ou involuntárias em nossa vida?
“PAUSA” - Mário Quintana
Quando pouso os óculos sobre a mesa para uma pausa na leitura de coisas
feitas, ou na feitura de minhas próprias coisas, surpreendo-me a indagar com
que se parecem os óculos sobre a mesa.
Com algum inseto de grandes olhos e negras e longas pernas ou antenas?
Com algum ciclista tombado?
Não, nada disso me contenta ainda. Com que se parecem mesmo?
E sinto que, enquanto eu não puder captar a sua implícita imagem-poema, a inquietação perdurará.
E, enquanto o meu Sancho Pança, cheio de si e de senso comum, declara ao meu Dom Quixote que uns óculos sobre a mesa, além de parecerem apenas uns óculos sobre a mesa, são de fato, um par de óculos sobre a mesa, fico a pensar qual dos dois – Dom Quixote ou Sancho? – vive uma vida mais intensa e, portanto mais verdadeira…
E paira no ar o eterno mistério dessa necessidade da recriação das coisas em imagens, para terem mais vida, e da vida em poesia, para ser mais vivida.
Esse enigma, eu o passo a ti, pobre leitor.
E agora?
Por enquanto, ante a atual insolubilidade da coisa, só me resta citar o terrível dilema de Stechetti:
“Io sonno um poeta o sonno um imbecile?”
Alternativa, aliás, extensiva ao leitor de poesia…
A verdade é que a minha atroz função não é resolver e sim propor enigmas, fazer o leitor pensar e não pensar por ele.
E daí?
– Mas o melhor – pondera-me, com a sua voz pausada, o meu Sancho Pança – O melhor é repor depressa os óculos no nariz.
Com algum inseto de grandes olhos e negras e longas pernas ou antenas?
Com algum ciclista tombado?
Não, nada disso me contenta ainda. Com que se parecem mesmo?
E sinto que, enquanto eu não puder captar a sua implícita imagem-poema, a inquietação perdurará.
E, enquanto o meu Sancho Pança, cheio de si e de senso comum, declara ao meu Dom Quixote que uns óculos sobre a mesa, além de parecerem apenas uns óculos sobre a mesa, são de fato, um par de óculos sobre a mesa, fico a pensar qual dos dois – Dom Quixote ou Sancho? – vive uma vida mais intensa e, portanto mais verdadeira…
E paira no ar o eterno mistério dessa necessidade da recriação das coisas em imagens, para terem mais vida, e da vida em poesia, para ser mais vivida.
Esse enigma, eu o passo a ti, pobre leitor.
E agora?
Por enquanto, ante a atual insolubilidade da coisa, só me resta citar o terrível dilema de Stechetti:
“Io sonno um poeta o sonno um imbecile?”
Alternativa, aliás, extensiva ao leitor de poesia…
A verdade é que a minha atroz função não é resolver e sim propor enigmas, fazer o leitor pensar e não pensar por ele.
E daí?
– Mas o melhor – pondera-me, com a sua voz pausada, o meu Sancho Pança – O melhor é repor depressa os óculos no nariz.
A vaca e o hipogrifo. Elena Quintana. São Paulo, Globo.
13
- Referências Bibliográficas:
. Koch, I. G. V. Desvendando os segredos do texto. São Paulo: Cortez,
2002.
. Marcuschi, Luiz Antônio. Da fala para a escrita: atividades de
retextualização. São Paulo: Cortez, 2003.
. Marcuschi, Luiz Antônio. Cognição, Linguagem e Práticas Interacionais.
Rio de Janeiro: Lucerna, 2007.
14
- Grupo 7 MGME
Amália
Betânia Altarugio
Andreia
Carvalho Biagi
Antônio
Carlos Pelaes
Vânia
Baldão Bazon
Regina Aparecida Villares Silva
Postado por : Amália Betânia Altarugio





Muito bom!
ResponderExcluirParabéns.